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Justiça condena acusados pela morte de adolescente grávida em Manaus

O Tribunal do Júri da Comarca de Manaus condenou, na madrugada desta segunda-feira (1/6), os dois acusados pela morte de Débora da Silva Alves, de 14 anos, e do bebê que ela gestava. O julgamento foi encerrado após cinco dias de trabalhos no Fórum de Justiça Ministro Henoch Reis.

O principal réu do caso, Gil Romero Machado Batista, foi condenado por todos os crimes atribuídos pela acusação. A pena fixada pelo juiz Fábio Alfaia, titular da 2.ª Vara do Tribunal do Júri, foi de 63 anos, sete meses e 19 dias de prisão em regime fechado.

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Já José Nílson Azevedo da Silva recebeu pena de 17 anos e oito meses de prisão. No entendimento do Conselho de Sentença, duas qualificadoras e a acusação de feminicídio não ficaram configuradas. Ele foi condenado por homicídio qualificado por motivo torpe.

A sessão teve início na manhã da última quarta-feira (27) e reuniu acusação, defesa, testemunhas e familiares da vítima. A quantidade de depoimentos e a complexidade do processo fizeram com que os trabalhos avançassem por cinco dias consecutivos.

Após os debates finais entre Ministério Público e advogados de defesa, os jurados apresentaram seus veredictos nas primeiras horas desta segunda-feira. Na sentença, o magistrado determinou a manutenção da prisão dos dois condenados para o imediato cumprimento provisório das penas.

O caso teve ampla repercussão no Amazonas desde 2023, quando o desaparecimento e a morte da adolescente grávida mobilizaram familiares, autoridades e a opinião pública.

Fonte: TJAM

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