O que parecia ser apenas uma ausência injustificada em um treino transformou-se em um thriller policial que sacode os bastidores do Morumbi. Robert Arboleda, o pilar da defesa tricolor, está desaparecido. Enquanto a torcida busca respostas técnicas para sua ausência no duelo contra o Cruzeiro, a coluna Na Mira mergulhou nos corredores do clube para entender o que há por trás do sumiço do equatoriano.
Para quem convive com o zagueiro no dia a dia, a surpresa é absoluta, mas não sem precedentes. Integrantes da cúpula do São Paulo Futebol Clube, ouvidos sob sigilo pela reportagem, são unânimes: Arboleda é um dos “queridinhos” do elenco. Educado, simpático e de fácil trato, ele transita com leveza entre funcionários, jogadores e dirigentes.
Porém, um segredo era guardado a sete chaves pela diretoria: um “total descontrole financeiro” e uma alarmante falta de maturidade para gerir os cerca de R$ 800 mil que recebe mensalmente. O valor, um dos mais altos do plantel, é fruto de uma renovação contratual onde o clube, em um esforço para manter o atleta, já havia assumido dívidas anteriores dele no mercado.
A apuração da coluna revela que este não é o primeiro “perdido” que o defensor dá no clube. Desta vez, contudo, o tom é mais sombrio. Boatos persistentes nos bastidores dão conta de que o descontrole financeiro empurrou o atleta para caminhos perigosos.
Informações preliminares sugerem que Arboleda teria contraído dívidas milionárias com agiotas e integrantes de organizações criminosas ligadas ao tr4f1co de dr0gas. O sumiço e a viagem repentina ao Equador seriam, na verdade, uma tentativa desesperada de fuga ou uma busca por resolução de pendências que saíram do controle das vias legais.
Os dias que antecederam o desaparecimento foram marcados por decisões judiciais asfixiantes:
Via metrópoles