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Saiba quem é jovem morta a tiros por vizinho no bairro da Betânia

Vítima trabalhava na área de estética e foi morta após rixa antiga com um vigilante vizinho, que foi preso em flagrante.

Manaus – A jovem Alana Arruda Pereira, de 25 anos, morta a tiros na tarde desta quarta-feira (28), no bairro da Betânia, zona sul de Manaus, era mãe de uma criança de 4 anos e trabalhava com serviços de estética, especialmente colocação de cílios. O caso chocou moradores da região e, segundo a Polícia Civil, foi motivado por uma rixa antiga entre vizinhos.

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Alana foi morta com um disparo no rosto por Emerson Vasconcelos de Araújo, de 32 anos, que atua como vigilante. O homicídio ocorreu em uma vila de quitinetes onde a vítima morava, ao lado da residência do suspeito. No local funcionava uma escolinha de reforço escolar, administrada pela esposa de Emerson, que é professora.

No momento dos disparos, a mulher entrou em estado de choque e precisou dispensar imediatamente os alunos.

Uma mãe de estudante, que preferiu não se identificar, afirmou ter ficado surpresa com o caso, pois já havia visto Alana auxiliando a professora com as crianças em algumas ocasiões.

Investigação

O motivo exato da morte brutal ainda esta sendo investigado. O delegado George Gomes, da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), o caso foi o desfecho de uma sequência de brigas e ameaças mútuas entre os dois.

“A polícia só fala aquilo que tem provas. Informações sobre possível envolvimento com tráfico de drogas ou se o estado de embriaguez da vítima motivava os conflitos ainda estão sendo checadas”, afirmou o delegado.

Prisão em flagrante

Após o caso, Emerson não fugiu e aguardou a chegada da Polícia Militar, sendo preso em flagrante. Apesar de trabalhar como vigilante, ele não possuía autorização legal para posse ou porte de arma de fogo, de acordo com a DEHS.

O suspeito e testemunhas foram conduzidos à delegacia para prestar depoimento. A arma utilizada foi apreendida e passará por perícia. O corpo de Alana Arruda Pereira foi removido pelo Instituto Médico Legal (IML).

O caso segue sob investigação da DEHS, que busca esclarecer todas as circunstâncias do homicídio e o histórico completo de conflitos entre vítima e autor.

fonte: tucumã

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