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Vídeo mostra momento em que jovem de Manaus desaparecida é presa no Japão

A jovem Aylah Gabrielly de Sousa Oliveira, de 19 anos, que estava desaparecida desde agosto após sair de Manaus, foi detida na província de Osaka, no Japão, ao tentar entrar no país com substâncias ilícitas.

informação foi confirmada pela família por meio de nota divulgada na última terça-feira (2).

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De acordo com os familiares, Aylah está internada em uma unidade hospitalar em Osaka e se encontra em bom estado de saúde.

No entanto, não há detalhes sobre os motivos da internação, tampouco sobre o andamento do processo judicial no país.

Um vídeo enviado pela embaixada japonesa mostra o momento da prisão da jovem no aeroporto internacional da província. Assista:

Desaparecimento começou em agosto

A jovem deixou Manaus no início de agosto dizendo à mãe, Elisandra Castro, que faria uma viagem de lazer para São Paulo.

No dia seguinte, informou que havia chegado e se hospedado em um hotel, sem revelar o endereço.

Pouco depois, contou a uma tia que se encontraria com um homem apontado como namorado, que teria custeado uma viagem anterior, em abril.

Em 15 de agosto, a jovem avisou à mãe que seguiria viagem para a Bahia e enviou uma foto de dentro de um carro na avenida Otto Baumgart, na Vila Guilherme, zona norte de São Paulo.

Quatro dias depois, a família perdeu completamente o contato com ela. A mãe registrou o desaparecimento em uma delegacia do Pará, e parentes passaram a divulgar o caso nas redes sociais em busca de informações.

Celular apontou deslocamento para o Japão

O mistério aumentou quando o celular de Aylah registrou sinal no Aeroporto Internacional de Kansai, em Osaka, a quase 500 km de Tóquio.

O aparelho apareceu conectado no local em 19 de agosto, mas logo foi desligado.

Segundo a mãe, a jovem era muito ativa nas redes sociais e costumava fazer videochamadas diariamente, o que reforçou a estranheza do desaparecimento.

Até o momento, não há informações sobre a situação jurídica de Aylah no Japão. O caso segue sendo acompanhado pela família, que busca apoio junto às autoridades brasileiras para monitorar o processo no exterior.

Fonte: Portal Norte

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