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Empresário é preso após balear funcionária em Manaus; mãe da vítima diz que foi tentativa de homicídio

Um empresário de 33 anos foi preso no sábado (27) suspeito de balear a própria funcionária, de 24 anos, dentro de uma assistência técnica de celulares localizada no bairro Petrópolis, zona sul de Manaus.

O disparo atingiu o pescoço da jovem e ocorreu na última terça-feira (23). O homem alega que o tiro foi acidental, versão que é contestada pela mãe da vítima.

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A ocorrência é investigada pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), que apura as circunstâncias do disparo diante das divergências apresentadas nos depoimentos.

De acordo com a polícia, a equipe foi acionada por volta das 10h30, após a vítima dar entrada na emergência do Hospital e Pronto-Socorro João Lúcio, na zona leste da capital, com ferimento provocado por arma de fogo no pescoço.

No hospital, o empresário, identificado como Joilson, apresentou sua versão aos policiais e afirmou que o disparo ocorreu de forma involuntária.

Segundo o relato de Joilson, a arma de fogo estava guardada no caixa da loja. Ele alegou que, ao tentar retirar o armamento das mãos da funcionária, a arma teria engatado nos cabelos da jovem, o que teria provocado o disparo acidental.

A versão foi registrada pelos policiais no momento da abordagem, mas passou a ser questionada após o depoimento de familiares da vítima.

A mãe da jovem, identificada como Bruna, rebateu a versão apresentada pelo empresário e afirmou que o caso não se trata de um acidente. Segundo ela, a filha foi baleada pelas costas e o disparo teria sido intencional.

Para a família, o crime configura uma tentativa de homicídio, e a mãe cobra uma apuração rigorosa dos fatos por parte das autoridades.

Joilson foi preso ainda dentro da unidade hospitalar e conduzido ao 1º Distrito Integrado de Polícia (DIP), onde o caso foi registrado. A arma utilizada no disparo foi apreendida e deverá passar por perícia técnica.

A Polícia Civil de Manaus informou que as investigações seguem em andamento para esclarecer as circunstâncias do crime e confrontar as versões apresentadas pelas partes envolvidas.

Fonte: PC-AM

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