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Foragido há 15 anos por homicídio, homem é preso no Jorge Teixeira

Mário Jorge Lima Filho, que era procurado pela Justiça há 15 anos pelo assassinato de um homem dentro de um estabelecimento comercial no bairro Jorge Teixeira, zona Leste de Manaus, foi capturado na tarde de terça-feira (4). A detenção ocorreu em cumprimento a um mandado judicial, após o acusado ter sido sentenciado a 14 anos de reclusão em regime fechado pelo delito de homicídio.

Conforme informou a Polícia Civil, o paradeiro do suspeito foi descoberto por meio de trabalho de inteligência e monitoramento conduzido por equipes da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS). Os agentes apuraram que Mário Jorge atuava como condutor de uma cooperativa de transporte alternativo, conhecido popularmente como “amarelinho”, na zona Leste da capital, e conseguiram efetuar a prisão no local de trabalho.

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O crime que resultou na condenação aconteceu em 18 de setembro de 2010, em um bar localizado na rua Sardinha. Conforme os autos da investigação, a vítima, Carlos Vicente Cardoso de Lia, estava no estabelecimento na companhia de amigos quando ocorreu um desentendimento motivado pelo ruído excessivo produzido por uma motocicleta pertencente a um conhecido de Mário Jorge.

Segundo a polícia, Carlos solicitou que o homem desligasse o veículo, que estaria emitindo barulho de forma intencional. Diante da recusa, iniciou-se uma discussão entre eles. Durante o conflito, Carlos, após ser atingido por um capacete pelo proprietário da moto, pegou um taco de sinuca e golpeou o veículo.

Ao presenciar a cena, Mário Jorge Lima Filho sacou um revólver e efetuou múltiplos disparos contra Carlos Vicente, que faleceu ainda no local. A vítima deixou dois filhos e a esposa grávida de apenas dois meses. A família denunciou o caso e aguardava até agora a responsabilização do autor pelo homicídio.

Após a condenação e o cumprimento da ordem de prisão, o homem foi encaminhado ao sistema penitenciário, onde permanecerá à disposição da Justiça para dar início ao cumprimento da pena.

A DEHS destacou que a prisão reforça o trabalho contínuo de localização de condenados e investigados, mesmo em casos ocorridos há vários anos.

Fonte: PC-AM

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