Existem demandas que nascem da vivência feminina, desafios que só elas sentem na pele, prioridades sociais que, por vezes, ficam esquecidas, mas que ganham voz através delas. Com essa provocação a médica e pré-candidata a deputada federal Drª Aryel Almeida (Avante) defende ampliar a participação da mulher na política do Amazonas e nos espaços de poder.
“Quando uma mulher participa das decisões, ela leva para a mesa de debate discussões que muitas vezes passam despercebidas”, afirma Aryel Almeida.
Jovem, mãe e profissional da saúde com foco nas famílias, Aryel sabe que existem demandas como saúde feminina, maternidade, creches, violência, inclusão e apoio às mães solo e atípicas que acabam esquecidas em Brasília.
“Essas não são pautas só de mulheres, são pautas da sociedade”, afirma Aryel.
Elas são a maioria
Mesmo sendo a maior parte do eleitorado, as mulheres do Amazonas estão há mais de 12 anos sem uma representante mulher como deputada federal. Um cenário que, para Aryel Almeida, evidencia a necessidade de aumentar essa participação.
“Como é que as mulheres são a maioria e, mesmo assim, ainda são a minoria nos espaços em que as decisões são tomadas? Isso não significa que faltam mulheres preparadas. Significa que ainda existem muitos desafios para que elas ocupem esses espaços”, ressaltou a pré-candidata a deputada federal.
A força da mulher amazonense
Criada em uma família de matriarcas cheia de exemplos da força feminina, Aryel Almeida relaciona sua trajetória pessoal à defesa dessas bandeiras.
“Eu cresci vendo mulheres fortes. A minha avó criou sete filhos praticamente sozinha. No interior do Amazonas, encontro mulheres que sustentam suas casas, empreendem, produzem, lideram comunidades e nunca desistem. Elas já fazem a diferença todos os dias. O que falta é que essa força também esteja representada onde as decisões são tomadas”, afirmou.
Ampliar políticas públicas
Segundo Aryel, sua entrada na vida pública e a experiência como mãe e médica no Amazonas a impulsionaram a decidir pela pré-candidatura para deputada federal. Buscar solução para problemas vividos por mulheres é, para Aryel, mais do que apenas representatividade.
“Representatividade não é só ocupar um espaço por ocupar. É garantir que diferentes experiências, diferentes histórias e diferentes realidades também tenham vôos, inclusive delas. Quando mais mulheres participam das decisões, toda a sociedade ganha. E o Amazonas também”, reforçou.
Via Assessoria de Imprensa